Todo software tem API.A sua só não é pública — ainda.
O Foral observa como o seu sistema fala com o próprio backend — com a sua autorização — e destila isso num contrato: declarativo, versionado, com fingerprint. Seus agentes ganham capacidades tipadas via MCP. Sem marionete de browser. Sem código gerado que apodrece.
Como funciona
Gravar — com autorização
Um humano entra no sistema real (a senha nunca toca o Foral) e navega. O Foral observa a conversa de rede do próprio app.
Contrato — não código
A observação vira um contrato declarativo: rotas, campos tipados, identidade, paginação, regras de escrita. Versionado, com fingerprint, recusado no load se inválido.
Servir — como MCP
Um comando expõe o contrato como MCP server. O Claude — ou qualquer cliente MCP — enxerga tools tipadas, sem nunca saber que não havia API pública.
A interface inteira é este arquivo
Um contrato são algumas dezenas de linhas de YAML declarativo — versionado, com fingerprint, recusado no carregamento se inválido. Sem lock-in de SDK, sem código gerado para manter. Leituras são livres; a escrita abaixo nasce desligada até um humano aprovar exatamente aquela frase.
system: DEMO
contract_version: 1
domains: [app.example.com]
auth: { type: cookie, login_url: https://app.example.com/login }
capabilities:
- name: list_items
mode: network_json
route: /api/items
list: true
cursor: page
source_id: id
extractors:
- { field: id, path: items[].id }
- { field: title, path: items[].title }
- name: move_item
mode: playwright_action
scope: write
hitl: true
parameters: [id, status]
confirmation: Move item {id} to "{status}"?
A especificação completa do contrato sai junto com a sandbox pública.
O piso é inviolável
Governança não é tier de plano. É o material de que o motor é feito.
Fail-closed por construção
Sem allowlist, não sobe. Curinga é recusado. Contrato inválido é recusado no carregamento — nunca no meio da execução.
A senha nunca transita
O login acontece no formulário do próprio sistema, por um humano. O Foral guarda só a sessão cifrada — verificado mecanicamente na suíte de testes.
Escrita nasce desligada
Toda capacidade de escrita exige aprovação humana declarada e a frase exata que o aprovador lê. Sem gesto, sem escrita.
Alarme, nunca corrupção silenciosa
Toda resposta é conferida contra o fingerprint do contrato. Se a fonte mudou de forma, você recebe alerta — nunca dado errado calado.
Fronteira assinada por tenant
Toda chamada é assinada por HMAC com o tenant dentro da assinatura. Sessões cifradas em repouso. Sem chave, não opera.
Seu dado continua seu
O motor não guarda dado de cliente. Contratos carregam forma, não valores. As leituras executam do seu lado do muro.
Um contrato que continua vivo
Código de integração gerado apodrece em silêncio. Um contrato Foral é mantido — com prova.
- O fingerprint acusa a mudança antes de dado errado entrar.
- Uma nova versão do contrato é proposta automaticamente.
- Ela só é promovida depois de provada contra o histórico conhecido-bom — você é notificado com o placar, não consultado.
- Abaixo do limiar de prova, fail-closed: capacidade marcada, dado antigo sinalizado. Nada corrompe.
- A correção de um sistema beneficia todas as instâncias daquele sistema.
Medido, não prometido
Números de um sistema real em produção (um ERP vertical brasileiro sem API pública), agosto de 2026, anonimizado.
capacidades de leitura + escritas com aprovação humana, mapeadas numa noite autorizada
itens espelhados em 10 estados — segunda varredura: zero desvio, idempotência total
por leitura — HTTP puro com a sessão salva. Nenhum browser no caminho quente
testes guardando o motor — cada parede desta página nasceu como teste que falha
status · ago 2026 — motor provado contra um ERP real em produção · spec v1 do contrato em revisão interna · sandbox pública em construção
Contra tudo que está na mesa
Código gerado uma vez apodrece em silêncio. Contrato alarma, cura com prova e mantém trilha de auditoria.
A skill gravada lembra o caminho e o repete com um agente — probabilisticamente. O contrato garante o resultado — deterministicamente.
Impressionantes em benchmark; sua operação roda 96 vezes por dia e precisa de 100%, milissegundos e auditoria — não minutos e um talvez.
O catálogo deles cobre sites populares. O Foral cobre o SEU sistema — o ERP vertical que ninguém mais mapeia — sob a sua autorização.
As perguntas que ouvimos de verdade
Isso é scraping?
Não. O Foral lê a mesma API interna que o frontend do seu app já usa, com as suas credenciais, sua autorização e na sua infraestrutura. É o seu sistema, alcançado por outra porta — a postura customer-authorized consagrada no open finance.
E quando o fornecedor mudar o sistema?
O fingerprint do contrato alarma antes de dado errado entrar. Uma nova versão é proposta e só promovida com prova contra o histórico conhecido-bom. Quebra é rara, visível e curta — e nunca corrompe.
O agente pode fazer algo que eu não aprovei?
Não. Agentes só agem pelas capacidades declaradas no contrato. Escrita nasce desligada e exige gesto humano sobre a frase exata declarada. Navegação livre em sessão autenticada é vetada por desenho.
Meu dado passa pela nuvem do Foral?
Não. Valores ficam do seu lado; leituras executam com a sua sessão salva, na sua infraestrutura. Motor e contratos carregam forma, não dado de cliente.
E se o fornecedor lançar API oficial?
O contrato migra o transporte por baixo — seus agentes continuam chamando as mesmas capacidades. O Foral é pró-ecossistema: API oficial é upgrade, não ameaça.
Quando posso usar?
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